Tá na Mesa (1): Amor, o Ingrediente Principal

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OUVIDOS ATENTOS

Neste domingo iniciamos o nosso Mês da Família na IBABI, começando também uma nova minissérie, “Tá na Mesa!”, um estudo bíblico sobre a família. Diferente dos outros anos, onde focamos mais na definição literal de família (marido, esposa, filhos, etc.), este estudo abordará também conceitos da igreja como família. Cada estudo apontará para mandamentos e princípios que ajudarão a enxergar a igreja local como uma família composta de famílias.

Neste domingo, estudamos como texto fundamental à série Deuteronômio 6.4-9. Estas instruções, originalmente dadas ao povo judeu à véspera da sua entrada na terra prometida, serviram como guia para todos os mandamentos e princípios da lei. No Seu tempo, Jesus confirmou que o mandamento principal, “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (v. 5), é a base de toda a revelação divina e serve universalmente para toda a humanidade.

Adaptamos um conceito do pastor Matt Chandler para dividir o texto em três partes, três círculos concêntricos. Começando do círculo central, cada princípio é necessário para passar para o próximo círculo, etc. A grande surpresa é que Deus não começou a Sua lei com regras a serem seguidas, mas com um mandamento para cada indivíduo de amar a Deus completamente (v. 5). Sem esse amor, é impossível fazer a segunda parte corretamente; o amor por Deus deve invadir todo o nosso ser. No próximo círculo, Ele lida com o lar, e ordena que devemos em todo momento ensinar a Palavra de Deus aos nossos filhos. Como o amor prescrito no primeiro mandamento, este ensino deve expandir e preencher todos os nossos momentos em família. Quando isso acontece corretamente, transborda naturalmente para fora do nosso lar até a comunidade. Ao ordenar que a palavra fosse escrita e colocada na testa e na mão como também nos batentes e nos portões, Deus visava a Sua Palavra sendo levada para todo lugar que fôssemos, e nossos lares sendo luz para nossa comunidade.

CORAÇÕES ABERTOS

Podemos abrir um pouco mais os princípios de cada parte do texto para uma aplicação espiritual. Lembre-se que a proposta é enxergar estas partes com círculos concêntricos. Do mandamento central, cada instrução depende da instrução anterior.

Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. (vv.4, 5)

Deus quer ser amado exclusivamente. Como vimos na série sobre mordomia, não podemos servir dois mestres. Também precisamos entender que o amor bíblico é descrito em termos de uma aliança, um contrato—embora inclua elementos emocionais, não se trata apenas de sentimentos. O que temos em nossa vida individual que estimula o nosso amor por Deus e Jesus Cristo?

E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. (vv. 6, 7)

Como pais, temos um dever de ensinar a revelação de Deus para os nossos filhos. Isso não pode ser apenas uma parte da criação dos nossos filhos, deve permear todos os aspectos da vida diária. Você se senta em casa? Você anda (ou dirige) pelo caminho? Você se deita e se levanta? Claro que sim! Mas em todos estes momentos você ensina e fala dos mandamentos e princípios de Deus? Você aproveita toda e qualquer oportunidade para transmitir a Palavra de Deus para os seus filhos?

Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas. (vv. 8, 9)

Aqui o texto se estende para a comunidade que está além da porta de casa. A Palavra é levada no indivíduo onde quer que vá; está presente de forma intencional em casa; está sendo divulgada para os de fora da unidade familiar. A palavra de Deus está saturando sua vida pessoal e familiar a tal ponto que está transbordando para aqueles que estão na sua comunidade?

MÃOS ESTENDIDAS

Neste maior dos mandamentos, Deus está ordenando que as pessoas O amem. Se usarmos a definição de amor sentimental que está na moda atualmente, ficaria muito difícil obedecer este mandamento. Já pensou? “Você está ordenado a se sentir assim!” O próprio mandamento sugere que Deus está visando algo mais do que mero sentimentalismo; Ele procura uma decisão do indivíduo, “Eu vou amar a Deus”.

Primeiro, precisamos entender o amor bíblico verdadeiro.

Leia 1 Coríntios 13.4-8a e aliste as qualidades do amor bíblico usando suas próprias palavras. Estas qualidades são baseadas no sentimento ou numa decisão pessoal? Ou seja, há alguma descrição no texto que não é válida porque você está se sentindo triste, frustrado, irado ou outra coisa hoje?

Que outros textos bíblicos informam direta ou indiretamente sobre o amor de Deus que devemos imitar?

O segundo passo é remover obstáculos que impedem o crescimento natural deste amor.

Existem inúmeras coisas nesta vida que nós amamos, e demonstramos pelas nossas atitudes e ações. O que você está amando mais do que ama a Deus? Que atitudes ou pensamentos, hábitos ou comportamentos você precisa retirar da sua vida para ter uma visão melhor de Deus para amá-lO?

Finalmente, precisamos cultivar o amor por meio das coisas que estimulam o nosso afeto por Deus e Seu Filho Jesus Cristo.

Anote num papel como seria um dia comum na sua semana (eventos, atividades, etc.). Quantas destas coisas incluem um foco no amor de Deus para estimular o seu amor por Deus? Que atividades você poderia incluir no seu dia para este fim? Que músicas, programações, objetos de arte, literatura, hobbies, etc. podem estimular o seu amor por Cristo?

Você conseguem pensar de que outras maneiras você pode estimular o seu amor por Deus, Jesus Cristo e a Sua revelação?

MENTES OCUPADAS

Dia 1

Deuteronômio 6.1-25

Dia 2

1 Coríntios 13.1-13

Dia 3

Colossenses 3.1-17

Dia 4

Efésios 2.1-10

Dia 5

Efésios 2.11-22

Dia 6

Gálatas 6.1-10

Dia 7

Salmo 127.1-5

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