A Grande Família (1): Definindo os Termos

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Ouvidos Atentos

Neste domingo começamos o nosso mês da família IBABI, no qual teremos o tema: A Grande Família. Já tratamos várias vezes sobre a definição bíblica da família, então desta vez falamos mais sobre as definições da sociedade—como elas diferem da definição bíblica, e por quê.

Examinamos como muitos equiparam a verdade bíblica com as verdades descobertas pelo homem a partir das ciências exatas, das ciências humanas, ou da intuição (ou experiência) humana. Vimos que a verdade na Bíblia tem um ponto fixo de referência, que é a revelação de Deus: o Criador falando para nós, as Criaturas, sobre a Sua Criação. As ciências exatas propõem que a Criatura observa a Criação, mas sabemos que hoje a grande maioria dos cientistas rejeitam a possiblidade do Criador. As ciências humanas são Criaturas observando outras Criaturas na Criação, normalmente rejeitando também a existência do Criador. O resultado é um padrão “normal” estabelecido pela maioria observada, e não por um padrão absoluto. E finalmente, a intuição trata-se da Criatura, tateando com os seus cinco sentidos, experimentando a Criação e interpretando pelo seu intelecto e suas emoções. Cada categoria foi representada como degraus; no topo, a Bíblia é a mais autoritativa, certa, e objetiva, e desce de grau em grau até a intuição humana, que é a mais arbitrária, incerta, e subjetiva.

Aplicamos esta explicação ao conceito de identidade de gênero e da definição atual de família na nossa sociedade, e vimos como há muita confusão hoje sobre coisas tão básicas da Bíblia: Deus nos criou homem (macho) e mulher (fêmea), e colocou os dois numa união de companheirismo e compromisso chamado a família (Gn 1.27; 2.24)

Corações Abertos

Vamos parar e pensar sobre o que aprendemos, aplicado à nossa vida espiritual:

Examinamos a dinâmica das “verdades” (verdade revelada na Bíblia, ciências exatas, ciências humanas, e intuição humana), aplicada ao conceito de identidade de gênero:

A Bíblia define claramente: “criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem [hebraico: macho] e mulher [hebraico: fêmea] os criou” (Gn 1.27). Em contrapartida, um projeto de lei atual diferencia entre sexo biológico, gênero psíquico, e orientação sexual, podendo chegar a configurações aparentemente aceitáveis (ex.: “mulher heterossexual”), porém referentes a situações inaceitáveis de acordo com as Escrituras (no mesmo exemplo: “mulher heterossexual” pode ser um homem que se entende como mulher que se relaciona com homens).

Vimos que chegamos a este ponto por causa de uma coisa aparentemente nem relacionada: o estudo do solo (geologia). Mas homens que rejeitavam a Deus desenvolveram teorias que levaram ao questionamento da origem do homem (biologia), portanto da sua composição/essência (psicologia), portanto da sua socialização (sociologia), chegando a determinar que algo tão básico quanto o sexo da pessoa pode ser algo complexo e pessoalmente determinado.

A progressão da rejeição da verdade bíblica é traiçoeiramente simples: basta apenas rejeitar a autoridade de Deus em um ponto, que o pecado entrará crescentemente na sua vida, ameaçando destruir tudo menos o alicerce que, sendo Cristo, não pode ser abalado.

Por isso é importantíssimo perguntar: qual é a minha fonte de verdade absoluta? Estou me apoiando na verdade revelada por Deus como sendo objetiva, autoritativa, e certa, ou questiono a Palavra de Deus porque alguma outra “verdade” a questiona?

Mãos Estendidas

No final da mensagem, respondemos a seguinte pergunta: Qual deve ser a nossa resposta às novas configurações aceitas como “família”? A resposta, dada, em três partes, se aplica a muitas outras áreas:

Compaixão: Leia 1 Coríntios 5.14-21. Vimos claramente Deus não nos chama para a tolerância nem a aceitação do pecado; Ele exige o nosso reconhecimento do pecado para o arrependimento e a salvação. Mas nossa mensagem e atitude em relação àqueles que rejeitam a Deus deve ser o amor bíblico: eles precisam de Cristo. Nossa mensagem não é condenação; é reconciliação pelo perdão dos pecados que nos condenam. Complete: “Eu posso mostrar compaixão por pessoas que aceitam definições não-bíblicas de gênero e família da seguinte forma ______________________________”.

Humildade: Leia Lucas 18.9-14. Ao invés da soberba do fariseu, devemos ter a atitude humilde do publicano: se não fosse a graça de Deus, nós poderíamos acreditar nas mesmas mentiras como sendo verdades. Precisamos falar a verdade em amor, cientes da nossa própria necessidade da graça de Deus. Complete: “Eu preciso confessar e me arrepender de soberba referente a estas pessoas nas seguintes áreas ______________________________”.

Mansidão: Leia Gálatas 6.1-10. Já estudamos esta passagem quando falamos de tratar do pecado de um irmão em Cristo, mas vejam como Paulo fala de restauração, humildade, mansidão e compaixão ao tratar do pecado até dos outros. Sua conclusão, “Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (v. 10). Complete: “Eu posso demonstrar a mansidão de Cristo com estas pessoas da seguinte forma _____________________”.

Mentes Ocupadas

A leitura bíblica desta semana:

Dia 1

Gênesis 1, esp. vv. 26-28

Dia 2

Gênesis 2, esp. 24, 25

Dia 3

Gênesis 3

Dia 4

2 Timóteo 3.16, 17; 2 Pedro 1.18-21

Dia 5

Lucas 18.9-14

Dia 6

2 Coríntios 5.14-21

Dia 7

Gálatas 6.1-10

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